Uma história de Amor nascida no palco
- Âncora Cia de Teatro Oficial
- 5 de jun. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 21 de jun. de 2021
Está chegando o dia dos namorados, boa inspiração para contar a história de dois personagens, fruto d’Os ‘Passos da Agonia’, nosso patrimônio cultural!

Os Passos da Agonia, a peça, foi o impulso inicial que eles precisavam e queriam. Ele, Claudinei, o Esquerdinha, fazia um guarda romano e convidou a ela, Thaisnara, conhecida que trabalhava na ONG Consciência Jovem, com vínculos ao teatro, com interesse, portanto!
Gêmea, levou sua irmã e o grupo lhes dedicou a melhor receptividade, como nos caracteriza a mineiridade.
De início, foi só amizade! ;-) As prosas eram dentro do seu espaço comum, o teatro. Falavam do espetáculo, da encenação resultante dos ensaios e foram falando, falando e nutrindo sua conversa de carinho.
Ele representava, à época, guarda romano e ajudava na organização do grupo Âncora Cia de Teatro e ela coadjuvava, compondo a multidão. Na vontade de fazer mais pelo grupo, ela passou a integrar a arrumação do cenário e como o Esquerdinha compunha a organização, eles começaram a se ver e interagir mais. O amor pelo teatro a gerir o amor um pelo outro.

Assim, cresceram profissionalmente com trabalhos como a Feira de Comida a Alimentação no Tempo de Jesus, a Oficina de Capacitação Profissional de Teatro, as campanhas de solidariedade e ações sociais do Coletivo sócio Cultural de Santa Bárbara e o espetáculo de rua “Nos Tempo de Jesus” com o qual fizeram diversas viagens. O amor a florir em todas as estações do ano.
Ficando mais próximos, começou a nascer ali um clima! No início, não quiseram revelar a ninguém. Se achavam novos e tinham receio de alguma ‘rejeição’. Com este receio, separaram-se por alguns meses, mas o amor os trouxe de volta, e neste retorno, ainda escondidos, ela foi descoberta pela mãe.
E aí o troço deixou de ser escondido e virou oficial, para a família. Tá vendo como há males que vêm para bem?
E aí, na sequência, apresentação d’Os Passos da Agonia vão e vêm, eles juntos, oficiais, namoro em casa, começou a prosa de casório! Porque não? E três Semanas Santas,(ou 3 anos) depois, trocaram alianças.
Casados e com cinco anos e dois meses juntos consideram o Âncora como um padrinho! E toda a equipe, a família do casal!



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