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Âncora mostra soldados romanos na vida e na encenação de Cristo.

Atualizado: 1 de out. de 2021



Com autorização dos chefes dos sacerdotes e com um grupo de soldados, Saulo perseguiu e prendeu os cristãos em Jerusalém. Era o terror. Entrando pelas casas, arrancava homens e mulheres e metia-os na prisão, condenando-os à morte.


“Saulo, Saulo, por que me persegues?”

Convertido, ao receber a mensagem do Cristo e ficar temporariamente cego, Saulo torna-se Paulo e escreve na carta aos coríntios a mais contundente definição de amor: Ainda que eu falasse a língua dos homens, e falasse a língua dos anjos, sem amor, eu nada seria.


"O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade"

A história registra a truculência com que os soldados romanos tratavam o povo oprimido, a injusta condenação, a cruel tortura e a crucificação de Jesus. Quando, por amor a todos nós, Cristo tomba a cabeça, no momento em que está tudo consumado, a verdade vence a injustiça. O amor prevalece e converte algozes soldados em cristãos.


Abenadar no drama da paixão

Em nossa encenação da Paixão de Cristo, a conversão de Saulo e dos soldados esta presente na cena de Abenadar, capitão romano, que cheio da dor do pecado, arrependido, bate forte no próprio peito e brada aos quatro ventos: "Este era um homem justo; em verdade Ele é o Filho de Deus". Muitos soldados e a multidão fazem o mesmo.



Os soldados romanos em nossa cena

Em média, a cada ano, 16 atores entram em cena vivendo guardas romanos ou centuriões.

Em Os Passos da Agonia, encenação do Âncora Cia de Teatro, os soldados se destacam pelos belos figurinos e cenas de perseguição impactantes. Odiados pelo público, por vezes, os atores que os representam, são xingados nas cenas realizadas na platéia. A despeito disto, são os personagens mais desejados pelos adolescentes e jovens adultos que participam do espetáculo pela primeira vez.

Claudinei Santos Esquerdinha, que encarna Abenadar, conta esta experiência no depoimento que você pode acessar AQUI.

Wesley Braga Lorenzato, não pôde fazer o soldado quando entrou pela primeira vez. Criança que era, teve que se contentar com o papel de multidão e capetinha. Chegou a ser narrador até que ganhasse idade e criasse corpo para finalmente fazer o papel de seus sonhos. Ele conta esta história AQUI.




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