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Dia da Música - Arte que toca

O dia Internacional da Música nos convida a falar de nossa relação com esta arte tão intensa.


Hoje, 01/10, é dia dela. Ela sempre esteve presente na história da humanidade, desde as tribos mais primitivas de seres humanos.

Sozinha, ela já tem muito a dizer. Conjugada a outras artes, expressa de maneira muito inteira os significados e histórias ali transmitidos.


Helenice Cunha cantando na abertura do espetáculo

A Música e o Âncora

Com o Âncora é assim. A peça, em si, já transborda significados no enredo, no figurino, nos cenários, em todas as suas características.

A música é fundamental para tocar as pessoas e impulsionar ainda mais as emoções por meio da trilha sonora. Em os Passos da Agonia, Ênio Reis é responsável pela trilha do espetáculo, que além de clássicos universais gravados, conta também com a música ao vivo.

Diferentes artistas exerceram e exercem este papel conosco, nos enchendo de beleza e significado.


Helenice Cunha

Isabel (Helenice Cunha) e Maria (Vera Prado)

Ela é cantora e atriz e participou de algumas edições da semana santa. Helenice Cunha, sertaneja, Rainha das Comitivas de Barretos e há muitos anos devota de Nossa Senhora Aparecida, conosco também, desempenha diferentes papéis. Em cena, fez o papel de Isabel e cantou a canção de abertura, "Quem é ele" de Zezé de Camargo e Luciano. Devota de Nossa Senhora Aparecida, também participou do espetáculo Pietá, cantando “Nossa Senhora” de Roberto Carlos

Considera sua participação no Âncora de vital importância, principalmente por seu cunho religioso, que enraíza seus valores de família, a fortalecendo espiritual e pessoalmente. Nas palavras dela

“A encenação é uma maneira de contar histórias e seu trabalho melhora a auto estima de todos e se nota a diferença nas pessoas, antes e depois do espetáculo, todos saem de lá transformados.”

Helenice expressa toda sua admiração e orgulho e fica agradecida por ser incluída nestas memórias dos 46 anos do Âncora.




Cristiane Silva

Cristiane Silva, cantora e atriz

A cantora e atriz Cristiane Silva, há anos, faz o papel de Verônica, junto com as Beús - mulheres de Jerusalém que a acompanhavam no canto, seguindo Jesus quando esta lhe limpa o rosto com o Sudário. Filomena Clarita Carneiro, Maria Severina e Aparecida Rodrigues interpretaram e interpretam este papel.

Cristiane se diz muito feliz e honrada de fazer parte e sobretudo de cantar durante as encenações do Âncora.

Sempre assistiu às encenações e sonhava fazer parte. Poder colocar seu dom musical para ajudar a compor o espetáculo é muito especial.

Fazendo o Canto da Verônica, com imenso amor e alegria, tem orgulho de fazer parte de algo que admira. Em sua opinião, cantar ao vivo durante os espetáculos é levar ainda mais emoção ao público.

Nossa homenagem a uma das mais antigas manifestações artística da humanidade e orgânica em nós. Todos já nascemos com a pulsação do coração, que é considerada a primeira música que escutamos e produzimos e assim seguimos em busca da beleza vida afora.

Aplausos musicados!


Filomena Clarita Carneiro, junto com as Beús
Cristiane Silva e as Beús interpretadas por Filomena Clarita Carneiro, Maria Severina e Aparecida Rodrigues.

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