CAPOEIRA TRIBAL e seu papel social em SANTA BÁRBARA
- Poliana Guerra

- 25 de out. de 2021
- 3 min de leitura
Atualizado: 27 de out. de 2021
Iniciativa começada nas ruas visa acolher crianças e adolescentes, de modo a dar-lhes interação e perspectiva, ao envolver- com uma cultura, feita esporte.
A capoeira é esporte, é dança, cultura, entretenimento. Trazida ao Brasil pelos escravos, tem raiz africana e acumula funções ligadas ao condicionamento físico, segurança pessoal, prazer e convivência social!

Capoeira Tribal - História e atuação
A Capoeira Tribal, parte do Coletivo Sócio Cultural de Santa Bárbara começou, em Cariacica, no Espírito Santo, com o as aulas dadas na rua, pelo precursor Professor Galo, Marcos Vieira, 1995, juntamente com o Mestre Budini.
Com trabalhos espalhados entre Mesquita - RJ, Piúma, Serra e Vitória - no ES, em Goiânia - GO e em Governador Valadares e BH – MG, chegou a Santa Bárbara, em 2000, com a falecida Mestranda Raiz, que veio de sua sede, no ES.
Depois dos 04 anos do trabalho da Mestranda, alguns anos após seu falecimento, assumiu seu aluno, o professor Claudiney, vulgo Boca e quando este, por sua vez, teve que tomar estrada para o Espírito Santo, sede da iniciativa, assumiu sua aluna graduada Adriana Sussuarana, que é quem nos conta esta história.

Quando começaram eram mais de 20 alunos, hoje são cerca de 30, mas ativos, atuantes e presentes nos treinos, cerca de 15 porque têm um grupo intermitente, em função de trabalho e outros compromissos.
Assim, têm hoje os trabalhos no bairro Tenente Carlos, na quadra, ao lado da Igreja Católica, oferecendo aulas gratuitas para o público em geral e na Escola Municipal Irmã Amandina Maria, no bairro São Bernardo – ambos inteiramente voluntários. E fazem, todas as sextas, às 19 horas, fazem roda de apresentação na praça Pio XXII, no centro – estão, contudo, hoje parados, em função da pandemia.
Nestas rodas de praça de Santa Bárbara, conseguem juntar de 20 a 25 alunos e já realizaram dois eventos na cidade. Um primeiro em outubro de 2016 na quadra do Bairro Tenente Carlos – 1ª graduação e troca de cordas. O segundo evento em agosto 2018 na escola Irmã Amandina, no Bairro São Bernardo. Para a realização dos eventos e outras atuações locais contam com o apoio e patrocínio permanente do Depósito de Areia do Jarbinha. Oficial de todo evento, nas palavras da Adriana.
No primeiro, 2016, entre alunos, mestrandos, mestres, alunos e público, reuniram entre 80 e 100 pessoas. No segundo, foram cerca de 60.
A partir de 2017, passou a fazer parte do Coletivo Sócio Cultural de Santa Barbara MG, integrando a equipe de produção responsável por vários eventos realizados.
O grupo nacional é hoje dirigido por 2 mestres e 3 mestrandos. São eles:
• Cleber Bodart Teylor (conhecido como Budini, mestre e presidente do grupo) – Piúma – ES;
• Marcolino de Jesus Pereira (conhecido como mestre Kamara) – Vitória – ES;
• Jefferson das Graças Duarte (o mestrando Guimba) – RJ;
• Gilmar Maurício da Rocha Silva – (mestrando Contra-Mão)- Goiânia – GO;
• Eliedson Rosa Domingues – (vulgo mestando Jamaica) – Valadares, MG.
Papel Social
Seu projeto social, sem fins lucrativos, CAPOEIRA TRIBAL na ESCOLA IRMÃ AMANDINA no bairro São Bernardo encontra-se parado, em função da pandemia. É destinado a crianças e adolescentes, do 1º ao 9º ano do ensino fundamental, intercalados com os horários das aulas.
Dedicam-se à realização deste projeto e acreditam nele porque enxergam a importância do esporte ao conseguir ocupar e integrar muitos jovens, afastando-os de um envolvimento com o crime e as drogas
O trabalho voluntário foi desenvolvido visando trazer os adolescentes e as crianças para conhecer uma cultura afro, englobando dança, esporte, jogo, - e assim atrair esse público para uma prática saudável que refletirá positivamente em suas vidas.
É o objetivo do projeto social desde sempre!
CURRÍCULO CAPOEIRA TRIBAL – SANTA BÁRBARA – MG
1995 - CAPOEIRA TRIBAL é fundado em Cariacica/ES, pelo Professor Galo (Marcos Vieira), juntamente a Mestre Budini
Ao longo dos anos, se espalha por diferentes cidades no ES, em MG, GO e RJ.
Em 2000 chega a Santa Bárbara, pelos trabalhos da Mestranda Raiz
Em 2004, falece a Mestranda Raiz e, anos depois, assume o Professor Claudiney, vulgo Boca.
Começaram com cerca de 20 alunos e hoje somam cerca de 30, entre fixo e intermitentes.
Depois de alguns anos de trabalho, assume a aluna Graduada Adriana Suassurana
Realizam, hoje, aulas gratuitas na quadra do Bairro Tenente Carlos e na Escola Municipal Amandina Maria, ambos inteiramente voluntários.
Rotineiramente, fazem sua roda de apresentação às sextas feiras, às 19 horas, na praça Pio XII.
Dois eventos realizados na cidade:
Um primeiro em outubro de 2016 na quadra do Bairro Tenente Carlos – 1ª graduação e troca de cordas. Público estimado: entre 80 e 100 pessoas.
O segundo evento em agosto 2018, na escola Irmã Amandina, no Bairro São Bernardo – público estimado – cerca de 60 pessoas.
A partir de 2017 passou a atuar na produção e programação do Coletivo Sócio Cultural de Santa Barbara MG tendo realizado diversos eventos.
















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